Você já foi numa churrascaria e comeu até explodir? No dia seguinte estava com fome de novo. Com a lavoura acontece a mesma coisa. Não adianta dar comida para a planta só na adubação de plantio e depois não cuidar mais dela.
O problema é real. Depois que a lavoura fecha, o trator não entra mais. A planta cresceu, as fileiras fecharam e não há como fazer adubação de cobertura de forma convencional. A planta simplesmente fica sem nutrição nas fases mais críticas do desenvolvimento.
A fertirrigação por gotejamento subterrâneo resolve exatamente isso. O adubo vai pela água, pela tubulação instalada no subsolo, chegando direto na raiz em qualquer fase do ciclo, do plantio até a colheita. A planta recebe nutrição contínua, no momento certo, sem nenhuma intervenção mecânica.
Na Fazenda Jahu operamos 40 hectares com esse sistema há 3 anos. Os resultados falam por si.

Soja: 90 sacas por hectare na última safra. A média nacional é de 60 sacas. São 50% acima da média do país.
Milho safrinha: 125 sacas por hectare, plantado em 04 de abril de 2025, época considerada tardia pela maioria dos produtores. A média nacional de milho safrinha fica entre 80 e 90 sacas. Plantamos quando muitos já tinham desistido e colhemos 40% acima da média.
Esses números não são sorte. São resultado de um sistema que garante água e nutrição para a planta em todas as fases do ciclo, inclusive quando o trator não consegue mais entrar na lavoura.

O sistema que usamos é o gotejamento subterrâneo Netafim com controle pelo GrowSphere MAX. Toda a irrigação e fertirrigação é gerenciada digitalmente, com precisão de dose e horário para cada fase do ciclo da cultura.
Estamos expandindo. Plantamos 70 hectares de cana de açúcar em maio de 2026 e em breve vamos finalizar a implantação do sistema de irrigação nessa área. Vou documentar tudo aqui no blog, cada etapa, cada detalhe, os custos reais e os resultados.
Se você é produtor e pensa em investir em irrigação por gotejamento, acompanhe a Fazenda Jahu. A planta precisa comer todos os dias.


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